Investigação aponta que reeducando morto em presídio foi vítima de estragulamento

O reeducando Mikael Anderson da Silva, assassinado na quarta-feira, 01,  dentro do Presídio de Segurança Máxima II, teria sido morto por estrangulamento. A informação foi revelada nesta sexta-feira, dia 03,  à reportagem do CadaMinuto por uma pessoa amiga da família.

A assessoria de Comunicação da Perícia Oficial de Alagoas (POAL) informou o corpo de Mikael foi liberado ontem para que a família realize o sepultamento, mas o laudo oficial com a causa da morte será divulgado num prazo de dez dias.

O caso

Mikael, 21 anos, ficava no Módulo C e foi morto quando saiu para o banho de sol. Os agentes penitenciários ouviram os gritos dos outros detentos e ao chegar ao local se depararam com o jovem caído. Seu corpo não possuía sinais de perfuração.

O detento já tinha sido preso por roubo, receptação e porte ilegal de arma de fogo. Ele, junto com outros quatro presos chegou a fugir do Complexo de Delegacias Especializadas (Code), na Mangabeiras, após serrarem as grades e arrombarem os cadeados em 2016.

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