
Uma informação confirmada pelo IML de Arapiraca, confirmou que na noite da última segunda-feira (9) o homem identificado como Jonas Ferreira de Barros, de 33 anos, que foi vítima de uma tentativa de homicídio registrada no dia 1º de fevereiro, no bairro Vila Maria, no município de Palmeira dos Índios, não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo
Segundo as primeiras informações levantadas, Jonas estava internado no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos provocados por disparos de arma de fogo.
Segundo informação levantada pela nossa reportagem, o atentado ocorreu na noite do domingo (1º). De acordo com informações preliminares, Jonas, que era conhecido como “Gordinho”, foi atingido por vários tiros e socorrido em estado grave. Inicialmente, ele foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Palmeira dos Índios
Naquele dia, diante da gravidade dos ferimentos, ele foi transferida para o HEA, em Arapiraca, onde permaneceu internada, entubada e em estado grave até que infelizmente, após dias internado, acabou tendo óbito confirmado.
O CASO
Segundo relatos colhidos na época, Jonas havia estado pouco antes do crime na residência de sua mãe, dona Margarida, localizada na Rua Padre Cícero e ali foi uma das vezes que o rapaz foi visto, antes do ocorrido, quando ele havia dito que iria para casa descansar.
Ainda conforme os relatos, ao se aproximar de sua residência, nas imediações do Mercado Rainha, Jonas foi ABORDADO por indivíduos que chegaram em uma motocicleta e efetuaram vários disparos de arma de fogo, sem chance de defesa da vítima. Ele foi socorrido inicialmente por populares até a chegada ao atendimento médico, onde dias após veio a falecer, na última segunda-feira
A liberação do corpo no IML e o relato da mãe
No início da tarde desta terça-feira, 10, Dona Margarida, mãe de Jonas, esteve acompanhando a liberação do corpo do filho. E em entrevista para a rádio Nova FM 92.5 e falando ao radialista Mitchel Torquato, ela afirmou ainda que o filho trabalhava como pintor e era conhecido na comunidade como uma pessoa trabalhadora
No IML, antas da liberação do corpo, ela afirmou : “ Foram dias de luta, ele sofreu 9 dias no hospital, ele sofreu sem poder falar, estava no aparelho, só mexia um pouquinho o pé quando falavam no ouvido dele. Ele era um rapaz trabalhador, todo mundo conhece ele, ele deixa filhos, e a gente sabe que ele não vai voltar mais, mas peço que pelo amor de DEUS, não deixem isso ficar impune” Disse a mãe de Jonas.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Palmeira dos Indios

